terça-feira, 18 de maio de 2010

Evangeline Lilly - Late Show with David Letterman (legendad)

Entrevista com a atriz Evangeline Lilly (personagem Kate, do seriado Lost) no programa Late Show with David Letterman exibido no Brasil pela GNT em abril de 2007, legendada em português.

domingo, 16 de maio de 2010

Após ameaça de abandonar carreira, atriz de "Lost" fará ficção científica



A atriz Evangeline Lilly, 30, a Kate Austen de "Lost", vai contracenar com Hugh Jackman, protagonista de "Wolverine", no filme "Real Steel", de acordo com a "Variety". No começo do ano, a atriz havia afirmado que abandonaria a carreira de atriz.

A ficção científica, a ser dirigida por Shawn Levy, de "Uma Noite no Museu", vai tratar de um mundo onde os boxeadores foram substituídos por robôs gigantes que competem em um esquema parecido ao dos antigos gladiadores.

Hugh Jackman será um ex-lutador e Evangeline Lilly vai interpretar uma amiga dele. O ator Anthony Mackie, de "Guerra ao Terror", será um dos organizadores das lutas.

O filme será produzido por Steven Spielberg e Robert Zemeckis e será baseado em um conto de Richard Matheson.

terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Evangeline Lilly (Kate) Comenta a Ultima Temporada de Lost



Evangeline Lilly, a Kate

ÉPOCA – Você torce para que seu personagem termine com Sawyer ou Jack?

Evangeline Lilly – A vida de Kate tornou-se tão complexa com o passar do tempo que tanto Sawyer quanto Jack ficaram em segundo plano. Fiquei grata aos roteiristas por terem feito isso, deu mais peso à personagem. Na terceira temporada, quando Kate ficou pulando de um para o outro, eu achei que a integridade e a redenção da personagem foi prejudicada. Seu eu fosse uma telespectadora, não ia gostar de Kate. Acho ótimo que Kate esteja focada em questões como dignidade, respeito próprio, coisas maiores do que uma paixão por um dos caras da ilha.

ÉPOCA – O que Lost mudou na sua vida?

Lilly – A série abriu muitas portas para mim, mudou minha vida. Cheguei na ilha como uma moleca de 24 anos. Hoje nem consigo mais ser assim, tenho 30 anos, os ossos já não deixam (risos). Hoje me sinto uma mulher e posso fazer o que quiser da minha vida.

ÉPOCA - Está ansiosa para sair do Havaí?

Lilly – Pois é. Eu fiz o caminho oposto do elenco. Quando cheguei todo mundo da série estava entusiasmado com a ilha, mas eu odiei. O Havaí era o oposto de minha terra natal, no Canadá, em termos de costumes, geografia, tudo. Aqui, você pode circular toda a ilha em três horas e acabou. Depois de seis anos me acostumei. Hoje todo mundo está louco para ir embora e eu estou curtindo essa coisa “aloha” (risos)

ÉPOCA – Como foi conviver com o elenco por seis anos?

Lilly – Não só o elenco como toda a equipe técnica é maravilhosa. Fiz muitos amigos. Agora, acontecia uma coisa estranha nessa série. Digamos que duas pessoas do elenco começavam a sair nas horas vagas. De repente, chegava o roteiro e os personagens dessas duas pessoas se aproximavam na série pela primeira vez. Era muito bizarro. Achei que eles estavam nos espionando (risos)! Mas acho que era algo orgânico, do quanto nos transformamos nesses personagens e eles em nós.

ÉPOCA – Há uma boa dose de ação física em Lost. O que faz para manter a boa forma?

Lilly – Fazer Lost é já uma boa maneira de ficar em forma (risos). Nas primeiras temporadas eu nem notei muito isso, pois sempre malhei muito pesado. Por conseqüência, na hora de gravar o esforço físico era como passear no parque. Mas no fim da terceira temporada, fiz um filme e o diretor me pediu para parar de malhar três meses antes de filmar. Ele não queria que a personagem tivesse músculos definidos visíveis. Eu tinha passado dez anos sendo atlética e achei que não ia rolar, mas aceitei. E confesso que nunca mais consegui malhar pesado (risos). Gostei de me sentir mais macia, mais feminina, suave. Desde então, quando vou gravar Lost é que percebo o quanto é pesado.

Fonte: Revista Época

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Fim do quinto ano de ‘Lost’ cria expectativa para última temporada



Produtores afirmam que já têm desfecho definido desde o início. Atores lamentam afastamento dos amigos e mudança do Havaí.

Enquanto no Brasil aguarda-se o bombástico e, segundo a crítica, "enigmático", último episódio do quinto ano de “Lost”, nos Estados Unidos os fãs discutem fervorosamente as grandes reviravoltas e a resolução daquela que deve ser a derradeira temporada da série.

Desde a estreia, “Lost” foi um grande quebra-cabeças, com os espectadores tentando resolver os mistérios que surgiam a cada capítulo. O final da última temporada deixou os fãs ainda mais confusos e especulando sobre quem sobrevive e quem morre, quem realmente é vilão e mocinho, além da teoria da viagem ao passado e futuro.

Todas essas dúvidas poderão ser resolvidas em apenas uma última temporada?

Tais mistérios, porém, não representam um missão impossível para os produtores que, desde o começo da série, sabiam como o final seria apresentado ao público e o mistério, desenvolvido.

“No começo da primeira temporada, enquanto trabalhávamos nos primeiros 12 episódios, a gente meio que determinou como o final seria”, disse Carlton Cuse, produtor-executivo e um dos roteiristas, em entrevista ao G1, em Beverly Hills.

Um dos grandes desafios dos produtores foi determinar a duração da série. “A maneira convencional das emissoras lidarem com seus programas de TV é que eles não tendem a acabar quando os produtores querem”, diz o roteirista e produtor executivo Damon Lindelof. “Mas na metade da terceira temporada pudemos negociar o final do seriado para depois da sexta temporada.”

Precipício

Para Lindelof, essa mudança radical de ter um prazo de expiração determinado foi a salvação da série. “Eu acho que o público, durante a terceira temporada, achou que tinha chegado à beira de um precipício. Eles pensaram: ‘Como é que vamos continuar assistindo a um programa que a gente sabe que nunca dará as respostas que a gente quer?’”.

O ator Daniel Dae Kim, que interpreta Jin Kwon, concorda com o raciocínio. “Acho que uma história como a nossa tem seu começo, meio e fim naturais. Em determinado ponto, o público quer saber se os náufragos serão resgatados. É legal que a história tenha um arco, e isso me faz ficar ansioso para saber como ‘Lost’ terminará.”

O desafio dos roteiristas para chegar à esperada resolução tem sido um processo orgânico, com rumos debatidos a cada episódio. “É como se estivéssemos tomando decisões dia após dia. Acho bacana que os roteiristas do show vêm, de alguma maneira, reagindo ao que os atores fazem na frente das câmeras”, diz Carlton Cuse.

Atores surpresos

Durante as cinco temporadas de “Lost”, a série passou por diversas reviravoltas, e muitos atores ficaram surpresos com a maneira que seus personagens se desenvolveram na trama.

“Jamais esperava que a Kate se comportasse como nesta temporada”, diz a atriz Evangeline Lilly. As mudanças de percurso dos personagens só tiveram uma preocupação para ela. “Espero que todas as atitudes e decisões que tomamos nos episódios passados e presentes combinem com as que tomaremos no futuro”.

Daniel Dae Kim é filosófico sobre a questão e cita as próprias experiências cotidianas. “A gente acorda de manhã e não sabe o que o dia nos reserva. Eu acho um pouco irritante não saber, de antemão, o que vai acontecer com meu personagem, mas a vida é assim, e é legal poder responder honestamente e naturalmente aos desafios que nela surgem.”

Se os atores tivessem a chance de mexer no roteiro, uma outra história completamente diferente teria se desenrolado. “Eu não teria matado todo mundo”, diz Naveen Andrews, rindo. “Seria legal que as pessoas com as quais fizemos amizade no set ainda estivessem a nossa volta.”

Já Evangeline teria uma proposta que não agradaria muito os fãs masculinos da série. “Honestamente? Eu teria feito a Kate ficar sempre mais vestidinha”, diz rindo.

Hoje um dos sex symbols da TV americana, Evangeline diz que vai ficar bastante triste quando o show encerrar sua trajetória. “Vou sentir falta dos atores e da incrível equipe técnica que conseguimos reunir no Havaí. Toda vez que acabamos de filmar uma temporada, eu me debulho em lágrimas, pois sei que vou passar alguns meses longe daquelas pessoas tão legais e que olham por nós”.

Os milhões de fãs de “Lost”, de Los Angeles a Pequim, vão sentir falta dos personagens. Mas pelo menos para o público brasileiro, os atores da série mandaram seus recados. “Sei que temos muitos fãs no Brasil, pois vivo recebendo um monte de cartas e cartões postais de Sao Paulo, que parece ser uma cidade incrivel”, diz Michael Emerson.

Já Jorge Garcia lamenta não saber falar português para agradecer seus fãs. “Costumo fazer uma triagem em minhas correspondências enviadas por fãs. Muitas vêm dos Estados Unidos mesmo, e muitas da Europa. Mas, da América do Sul, a maioria das cartas que recebo vêm do Brasil, o que eu acho muito bacana”.

Evangeline tem uma mensagem importante para seus fãs. “Gostaria de pedir a todos que chequem o site que organizei dentro do Ebay para vender lingerie feminina feita no Brasil e cuja renda das vendas será destinada a TASK Brasil, organização que ajuda as crianças de rua. Estamos chamando a linha de lingerie R*Favela (nossa favela) e estamos tentando encorajar as pessoas nos Estados Unidos a fazerem das favelas brasileiras as favelas deles também”.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Cenas de LOST: Evangeline Lilly

Video Sensual: Evangeline Lilly

EQUIPE DE 'LOST' ESTARIA TORCENDO PELA MORTE DE KATE. ENTENDA!

Evangeline Lilly já declarou ser alérgica ao Havaí. E agora a equipe de "Lost" pode estar com alergia a ela.

Segundo a Star Magazine, a intérprete da Kate seria tão difícil de conviver que a equipe e o elenco costumam se divertir inventando mortes cruéis para a sardenta na série.

"O consenso é que eles gostariam de vê-la ser devorada por um tubarão.", disse um informante não identificado.

A equipe tentaria "dar um gelo" na moça porque "ela reclama do tempo, da areia, da comida, do calor, do roteiro, da quantidade de horas que trabalha..."

Muito estranho, considerando que Evi - como é conhecida - gravou um documentário para o DVD da terceira temporada de "Lost" mostrando os bastidores da série e apresentando a equipe técnica aos espectadores. Nas cenas, todo mundo parece a-do-rar a moça.

De acordo com o tal informante anônimo, um roteirista teria ficado irritado com o comportamento da atriz e colocado areia no chá dela - e ainda teria assistido enquanto a Kate engasgava!

Como a série é gravada no Havaí mas os roteiros são escritos em Los Angeles, fica meio difícil que essa cena inusitada tenha acontecido...